A mãe pede para o filho levar o guarda chuva pois irá chover. O filho, por sua vez, num momento de rebeldia e tentativa de mostrar-se independente, decide não fazê-lo. O que irá acontecer a seguir? Usando o lugar comum, o filho irá se molhar e perceber que no fim era melhor ter seguido o conselho da mãe. Para elevar ainda mais as ironias, a mãe irá cuidar do filho, que acabou pegando um resfriado, provando que no final das contas, o filho não era independente coisa alguma.
Imagine uma pessoa que nunca fez nada por ninguém. Imagine que essa pessoa simplesmente não contribuiu e nunca irá contribuir socialmente para a humanidade, em nenhum sentido. Ela não sai com ninguém, ela não vê ninguém, não vai conhecer lugares sozinha. Não sabe tocar algum instrumento musical, para quem sabe atrair pelo menos a atenção de alguém. Ela não conversa, não saberia dialogar e nem puxar assunto com ninguém. Não teve uma primeira paixão na adolescência, nem nunca teve o primeiro beijo. Será que alguém já lhe amou? Afinal, que motivo teria para lhe amar? Imagine que essa pessoa nunca falou. Agora imagine que essa pessoa tem uma mãe, e essa mãe tenha ficado, desde o momento que essa pessoa nasceu, literalmente o tempo inteiro ao seu lado. Imagine que ao nascer, essa pessoa recebeu a notícia de que logo iria partir. Um prazo lhe foi dado: meses de vida. Imagine que a mãe, ao ouvir isso, não deu bola alguma, não faria diferença. Essa ...
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